Somos mais de 40.000 trabalhadores prestando serviços no Comércio Varejista, Atacadista, Farmácias, Cooperativas, Concessionárias de Veículos, Material Ótico, Assessoramento, Perícias, Pesquisas e em Contabilidades, abrangendo os municípios de Ascurra, Apiúna, Benedito Novo, Blumenau, Doutor Pedrinho, Gaspar, Indaial, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó.
O conjunto destes trabalhadores forma nossa Categoria, que por sua vez, constitui nosso SINDICATO.

Sindicato realiza assembleia de pauta para negociações da categoria e Palestra para Formação Sindical

Nossa entidade realizou assembleias para formalização da pauta de reivindicações que será apresentada aos Sindicatos Patronais.

A pauta de negociação foi aprovada por unanimidade e deve ser apresentada aos sindicatos conforme data base.

Depois disso, a expectativa é que sejam feitos calendários de negociação junto aos grupos patronais.

Garantia do INPC, aumento real e manutenção de todos os direitos e benefícios conquistados é a luta da negociação para as Convenções Coletivas

A definição do índice foi feita durante a assembleia geral, após análise da inflação, que atingiu 3,83% (de maio de 2022 a abril de 2023), além do respeito ao salário-mínimo Estadual e a manutenção dos demais direitos duramente conquistados pela categoria. Lembrando que a inflação para data base de julho, agosto, setembro e novembro serão índices diferentes ainda não publicados.

Além da Aprovação da Pauta, o Sindicato realizou uma Palestra para Formação Sindical, visando o aumento da conscientização da importância do Sindicato para a sociedade.

O Sindicato não é somente um local de assistencialismo à categoria, para prestar serviços de assistência médica ou descontos e parcerias em comércios e serviços.

A principal função do Sindicato é a negociação e conquista salarial e de benefícios na relação de emprego. O Sindicato é o representante legal para TODA NEGOCIAÇÃO ENTRE EMPREGADO E PATRÃO. É o Sindicato quem LUTA PELO AUMENTO DE SALÁRIO, pela manutenção da quebra de caixa, auxílio creche, e TODA RELAÇÃO DESDE A SAÍDA DE CASA ATÉ O RETORNO, INCLUSIVE DO PERÍODO DE DESCANSO!

E mais, não existe lei que obrigue o patrão a dar reajuste aos empregados! Até hoje ouvimos sobre o tal do dissídio, certo?

Esse dissídio, que era a obrigação dos sindicatos assinarem convenções após decisão judicial SÓ EXISTE SE O PATRÃO QUISER IR PRA JUSTIÇA! Se não tem lei que obriga o patrão a dar reajuste, será que ele vai querer ir até o juiz pra ser obrigado a isso? Claro que não!

Por isso, mais do que nunca, o Sindicato precisa se fortalecer, pois, se não há sucesso numa negociação, não só os sindicalizados quem “pagam a conta”, mas sim toda a categoria que ele representa.

É por isso que, mesmo que não seja filiado, o empregado recebe os mesmos benefícios e consequências da negociação que seus colegas que são associados ao sindicato.

Daí a fundamental relevância do sindicato na vida do trabalhador, pois quanto mais representativo ele for, maiores são as suas chances de realizar ações efetivas que atendam às reivindicações da categoria.

Mas sem as contribuições financeiras, nada disso seria possível.

Além das mobilizações para manutenção e conquistas de benefícios, os recursos arrecadados são utilizados para manutenção das atividades administrativas, assessoria jurídica, comunicação e muitos outros benefícios.

Por isso, além da aprovação da pauta quanto a garantia do INPC, aumento real e manutenção de todos os direitos e benefícios conquistados, foi também aprovada a Contribuição assistencial, somente em 2 momentos no ano, com valor máximo de R$ 50,00. A aprovação foi unânime pela conscientização de que essa é uma das principais maneiras de manter a atuação forte do seu sindicato!

Mais forte, a entidade terá mais chances de contratar inclusive bons advogados e outros profissionais, favorecendo ainda mais as lutas.

Uma coisa é certa: todo apoio financeiro que o trabalhador dá ao seu sindicato volta para ele em inúmeros benefícios. Estamos nos aproximando das negociações e teremos mais conquistas se tivermos o apoio dos comerciários.

Nessa “conta”, quem ganha é o próprio trabalhador.

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